domingo, 7 de dezembro de 2008

Escola Alemã







Com a emancipação política do Paraná em 1853, Curitiba foi escolhida como a capital da recém-criada província. Como mostrou grandes possibilidades econômicas, começou a atrair muitos imigrantes vindos de várias regiões. Entre as décadas de 1850 e 1860, Curitiba recebeu uma grande leva de imigrantes vindo de Santa Catarina, principalmente alemães.Os imigrantes, principalmente os protestantes encontram barreiras que os discriminavam. Um exemplo disso era a educação de seus filhos, eles freqüentando as escolas públicas iriam apenas aprender o português e também consequentemente serem incluídos dentro da doutrina católica.Logo, no ano de 1866 os alemães resolverem criar uma escola que se adequasse ao seus padrões de ensino, ensinando primeiramente a língua alemã e inserindo a religião protestante. A Escola Alemã inicialmente foi fundada com o intuito de preservar a religião protestante, mas com o passar do tempo ela tomou a finalidade de preservar a cultura alemã.Em 11 de dezembro de 1866 o Pastor Johan Friederich Gaertner solicitou ao inspetor geral da Instrução Pública, Ernesto Francisco de Lima Santos, licença para ensinar as primeiras letras em língua alemã, o que lhe foi concedido. Estava criada a Escola da Comunidade Alemã.Até 1914, o estabelecimento chamou-se Escola Alemã, depois Colégio Progresso.Em 1941, a então Academia Comercial Progresso, foi adquirida pela Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná, sendo autorizada a funcionar sob a denominação Escola Técnica de Comércio anexa à Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná.Em 22 de janeiro de 1974, o Conselho Universitário decidiu integrá-la a UFPR como órgão suplementar e a partir de 1986, ela passou a ser denominada Escola Técnica de Comércio da Universidade Federal do Paraná.A partir de 14 de dezembro de 1990, ao aprovar a reorganização administrativa da UFPR, o Conselho Universitário alterou a sua denominação para Escola Técnica da Universidade Federal do Paraná, vinculando-a à Pró-Reitoria de Graduação e em novembro de 1997, por decisão deste mesmo conselho foi classificada como unidade da UFPR.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

O mundo de Rafinha


Este video fala da vida de um menino de 16 anos chamado Rafinha que nasceu e cresceu ultilizando tecnologia.
No video mostra que rafinha não lê jornal e não assiste tv, mais sempre esta por dentro de todos os bate-papo sobre tecnologia e subcultura, nessa parte a internet não é boa, pois assim rafinha tem liberdade para fazer o que quiser, e é claro que ele "não vai perder o seu tempo" estudando na internet, ele prefere mexer no seu orkut, jogar com seus amigos, ver videos na internet entre inumeras coisas que a vida digital oferece.
Logo depois o video comenta que o rafinha não é uma pessoa fisica, mais sim todos nós (jovens) que perdemos a noção da realidade vivendo nessa era digital

A tecnologia esta crescendo muito no mundo, pois facilita a vida de muitas pessoas.

terça-feira, 29 de julho de 2008

O QUE É TECNOLOGIA ASSISTIVA

O que é

A Tecnologia Assistiva engloba outras áreas como:
Comunicação Alternativa e Ampliada;
Adaptações de acesso ao computador;
Equipamentos de auxílio para visão e audição;
Controle do meio ambiente;
Adaptação de jogos e brincadeiras;
Adaptações da postura sentada;
Mobilidade alternativa;
Próteses e a integração dessa tecnologia nos diferentes ambientes como a casa, a escola, a comunidade e o local de trabalho. Quem trabalha com tecnologia assistiva

Muitos profissionais podem estar envolvidos no trabalho da tecnologia assistiva como engenheiros, educadores, terapeutas ocupacionais, protéticos, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, oftalmologistas, enfermeiras, assistentes sociais, especialistas em audição, entre outras áreas.
O terapeuta ocupacional no trabalho da tecnologia assistiva tem um papel central nas discussões sobre as diferentes formas de acesso, na integração das funções sensoriais e motoras, no desenvolvimento da funcionalidade dos membros superiores e outras partes do corpo para o controle do meio ambiente e na aquisição da independência nas atividades de vida diária, na avaliação e adaptação da postura sentada e outras posturas para a realização das atividades diárias (King, 1999).
Para atender às necessidades de cada cliente, no trabalho com a tecnologia assistiva, é função do terapeuta ocupacional conhecer e analisar os recursos existentes e determinar quais os dispositivos que melhor se aplicam às diferentes situações do dia a dia. Cada recurso deve ser vivenciado pelo terapeuta ocupacional e incorporado à sua prática com os usuários da tecnologia assistiva.

sábado, 5 de julho de 2008

História do Automóvel

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Lanchester 1897: primeiro carro inglês




O primeiro veículo motorizado a ser produzido com propósito comercial foi um carro com apenas três rodas. Este foi produzido, em 1885, pelo alemão Karl Benz e possuía um motor a gasolina. Depois foram surgindo outros modelos, vários deles com motores de dois tempos, inventado, no ano de 1884, por Gottlieb Daimbler.




Algum tempo depois, uma empresa francesa, chamada Panhard et Levassor, iniciou sua própria produção e venda de veículos. Em 1892, Henry Ford produziu seu primeiro Ford na América do Norte.
Os ingleses demoraram um pouco mais em relação aos outros países europeus devido à lei da bandeira vermelha (1862). Esta impunha aos veículos transitar somente com uma pessoa em sua frente, segurando uma bandeira vermelha como sinal de aviso. O Lanchester foi o primeiro carro inglês, e, logo após dele, vieram outros como: Subean, Swift, Humber, Riley, Singer, Lagonda, etc.

No ano de 1904, surgiu o primeiro Rolls Royce com um radiador que não passaria por nenhuma transformação. A Europa seguiu com sua frota de carros: na França (De Dion Bouton, Berliet, Rapid), na Itália (Fiat, Alfa-Romeo), na Alemanha (Mercedes-Benz), já a Suíça e a Espanha partiram para uma linha mais potente e luxuosa: o Hispano-Suiza.


Após a Primeira Guerra Mundial, os fabricantes partiram para uma linha de produção mais barata, os automóveis aqui seriam mais compactos e fabricados em séries. Tanto Henry Ford, nos Estados Unidos da América, quanto Willian Morris, na Inglaterra, produziram modelos como: o Ford, o Morris e o Austin. Estes, tiveram uma saída impressionante das fábricas. Impressionados com o resultado, logo outras fábricas começaram a produzir veículos da mesma forma, ou seja, em série.


Carro antigo: Lagonda modelo 1938


No caso do Brasil e também em outros países da América Latina, esta evolução automotora chegou somente após a Segunda Guerra Mundial. Já na década de 30, fábricas estrangeiras, como a Ford e a General Motors, colocaram suas linhas de montagem no país. Porém, foi somente em 1956, durante o governo de Juscelino Kubitschek que as multinacionais automotivas começaram a montar os automóveis. Primeiramente fabricaram caminhões, camionetas, jipes, furgões e, finalmente, carros de passeio. Esta indústria foi iniciada pela Fábrica Nacional de Motores, que era responsável pela produção de caminhões pesados. Posteriormente vieram: automóvel JK com estilo Alfa-Romeo, Harvester, Mercedes-Benz do Brasil com seus caminhões e ônibus, a Scania-Vabis e a Toyota.



Logo depois, carros de passeio e camionetas começaram a ser fabricados: Volkswagem, DKW-Vemag, Willys-Overland, Simca, Galaxie, Corcel (da Ford), Opala (da Chevrolet), Esplanada, Regente e Dart (da Chrysler). Todos estes veículos, embora montados no Brasil, eram projetados nas matrizes européias e norte-americanas, utilizando a maioria de peças e equipamentos importados.



Diferente de antigamente, hoje o automóvel possui características como conforto e rapidez, além de ser bem mais silencioso e seguro. Nos últimos anos, os carros vêm passando por inúmeras mudanças, e estas, os tornam cada vez mais cobiçados por grande parte dos consumidores. Todo o processo de fabricação gera milhões de empregos em todo mundo e movimenta bilhões de dólares, gerando lucros para as multinacionais que os fabricam.



MALEFICIOS DOS AUTOMOVEIS

É alarmante em nosso país o número de acidentes no trânsito, que ocorrem diariamente, e a grande maioria deles é causada pela imprudência de alguém. Em conseqüência desses acidentes muitas vidas são ceifadas prematuramente, e muitas pessoas ficam com marcas permanentes ou até alguma deficiência física para o resto de suas vidas

Alguns outros exemplos de imprudencia no transito é quando motoristas alterados por causa da bebida alcoolica provocam acidentes graves podendo levar ate a morte de pessoas. Outro exemplo é quando jovens pegam seus carros (geralmente o do seus pais)para fazer "rachas", e muitas vezes acabam em acidente. Essas só são algumas imprudencias no transito, mais existem muito mais.